Os trabalhadores da rede estadual de educação em Minas Gerais iniciam, a partir desta quarta-feira (4), uma greve por tempo indeterminado. A paralisação foi aprovada em assembleia organizada pelo Sind-UTE/MG e envolve profissionais de diversas regiões do Estado.
Entre as principais reivindicações da categoria está a recomposição salarial de 41,83%, percentual que, segundo o sindicato, corresponde às perdas acumuladas entre 2019 e 2025. Os trabalhadores também cobram a aplicação da Portaria nº 82/2026 do Ministério da Educação, que fixa o novo piso salarial do magistério público da educação básica em R$ 5.130,63, além de outras demandas relacionadas às condições de trabalho e valorização profissional.
Em São João del-Rei, a paralisação pode impactar 18 escolas estaduais e cerca de 8 mil estudantes, conforme informações da subsede regional do sindicato. A instalação do Comando de Greve local está prevista para esta quarta-feira.
Situação em Prados Em Prados, a realidade será diferente. De acordo com o diretor da Escola Estadual Viviano Caldas, Rosberg [sobrenome, se desejar incluir], nenhum servidor da unidade aderiu ao movimento.
“Na escola, nenhum servidor aderiu à greve. As aulas continuarão normalmente”, informou o diretor ao Prados Online.
A Escola Estadual Viviano Caldas é a única unidade da rede estadual no município, e, até o momento, não há previsão de paralisação das atividades.
A reportagem buscou contato com representantes sindicais locais, mas foi orientada a procurar a subsede do Sind-UTE/MG em São João del-Rei para posicionamento oficial sobre a adesão regional ao movimento.
A greve segue por tempo indeterminado, e novas atualizações poderão ser divulgadas conforme o andamento das negociações.
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