Mês passado o Prados Online embarcou junto as mulheres na campanha Outubro Rosa. Agora o mês é novembro e a conscientização mundo afora é voltada ao câncer de próstata e a saúde do homem. Desde a última terça 01/11 nossa logo traz o laço azul que simboliza essa luta, estamos juntos!
O próximo dia 17 é o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, e a ideia da campanha é te lembrar que a falta de informação e principalmente o preconceito mata um a cada 36 homens. É hora de mudar isso!
O câncer de próstata é o sexto tipo mais comum no mundo e o de maior incidência nos homens. Cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem em homens com mais de 65 anos. Quando diagnosticado e tratado no início, tem os riscos de mortalidade reduzidos. No Brasil, é a quarta causa de morte por câncer e corresponde a 6% do total de óbitos por este grupo.
Prevenção.
A próstata é uma glândula que só o homem possui, localizada na parte baixa do abdômen. Situa-se logo abaixo da bexiga e à frente do reto. Uma dieta rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais e com menos gordura, principalmente as de origem animal, ajuda a diminuir o risco do câncer. Especialistas recomendam pelo menos 30 minutos diários de atividade física, manter o peso adequado à altura, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Homens a partir dos 40 anos devem procurar um posto de saúde para realizar exames de rotina. Os sintomas mais comuns do tumor são a dificuldade de urinar, frequência urinária alterada ou diminuição da força do jato da urina, dentre outros. Quem tem histórico familiar da doença deve avisar ao médico, que indicará os exames necessários.
Tratamento.
Caso a doença seja comprovada, o médico pode indicar radioterapia, cirurgia ou até tratamento hormonal. Para doença metastática (quando o tumor original já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento escolhido é a terapia hormonal.
A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.
O vídeo abaixo foi produzido no ano de 2015 pelo Ministério da Saúde a respeito do assunto, vale a pena assisti-lo com atenção:
Publicado em 03/11/2016 às 12:26